
Trabalhos Pontuais
• Curadora do projeto educativo "Panoraminha nas Escolas" vinculado Festival Panorama, 2024 - https://www.panoramafestival.com/panoraminha-2023/panoraminha-nas-escolas-2023/ • Crítica de dança no SESC EntreDança- O CORPO NEGRO 2022. • Dançarina do espetáculo Iyamensan pelo Edital SESC Pulsar 2023 inserido no Festival O Corpo Negro. • Mediadora de debates do espetáculos do projeto SESC O Corpo Negro | ano 4. • Dançarina no 25º Prêmio da Música Brasileira (2014). "Eu danço pra encantar quem eu sou." - Jessica Ibis

Grupos de Pesquisa
Participação em grupo de estudos voltado à investigação das relações entre corpo, dança, educação e processos de criação. A experiência tem contribuído para o aprofundamento de práticas de pesquisa e reflexão sobre corporeidade, subjetividade e modos de existência, articulando referências teóricas, experiências corporais e processos artísticos. °GEPPO (abril a setembro 2020) — grupo de estudos de performance, política e outres organizado pelo Labcrítica/UFRJ; https://labcritica.com.br/grupo-de-pesquisa-labcritica/ °CORPES (2023 - atual)— Zona de Estudos e Pesquisas em Corporeidades e Pedagogias Sensíveis @corpesufrj

Companhias de Dança
Intérprete-Criadora da Cia. Nudafro (2011-2012) - Núcleo de Pesquisa e Dança Contemporânea Afro-Brasileira da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele funciona como um espaço de criação artística e acadêmica focado na cultura negra e na ancestralidade.Coordenado pela professora Tatiana Damasceno na Escola de Educação Física e Desportos (EEFD), o grupo desenvolve espetáculos, oficinas e pesquisas teóricas. Seu objetivo principal é valorizar a identidade afro-brasileira por meio do movimento, unindo a dança contemporânea aos saberes tradicionais. Intérprete-criadora da Companhia Folclórica do Rio UFRJ (2012-2018): A Companhia Folclórica do Rio – UFRJ é um grupo interdisciplinar de arte, pesquisa e extensão fundado em 1987. Vinculado à Escola de Educação Física e Desportos, une professores, funcionários e estudantes da universidade. Seu objetivo principal é preservar, documentar e difundir as manifestações culturais e folguedos tradicionais brasileiros. Para isso, atua na criação de espetáculos cênico-musicais e na realização de cursos e oficinas educativas. Assim, funciona como um laboratório vivo que conecta os saberes populares ao ambiente acadêmico. Direção Eleonora Gabriel. https://www.companhiafolcloricadorioufrj.com/ PRINCIPAIS PARTICIPAÇÕES E REALIZAÇÕES Festivais Internacionais: 2013, 5° Festival Internacional de Porto Alegre; 2014, Festival Internacional de Dança Folclórica "Los Colores del Mundo" no México; 2014, 43º International Folklore Gala na Itália; 2015, 18º International Folklore Festival "World Under Kyczera", localizado em Legnica e Krynica, passando por treze cidades. Espetáculos: Tamborzada, Rio Janeirices 450 anos, Rio Janeirices, e Espetáculos de 30 anos da Cia Folc. Projetos: Dos Mestres à Universidade –Um diálogo de saberes; Festival Folclorando e Roda Cutural. Intérprete -criadora no Grupo Roseira D'Água (desde 2019) - é um coletivo de brincantes e pesquisadores dedicado à preservação, difusão e vivência da cultura popular do Brasil. Direção de Viviane Brito. @roseiradagua

Entre Jessica e Ibis
Artista, professora e pesquisadora, atuo há 18 anos na área das artes, com ênfase em dança, educação e cultura popular. Minha prática nasce do corpo em movimento e das danças populares, onde aprendi que antes de dançar é preciso escutar: os territórios, as memórias, as ancestralidades e as histórias que atravessam cada corpo. No meu fazer artístico e docente, assumo o corpo como lugar de conhecimento, criação e transformação. Sou também agente aprendente, ensino enquanto aprendo e aprendo enquanto ensino, construindo práticas que aproximam arte, educação, pesquisa e experiência. Minha trajetória é atravessada pela cultura negra, pela dança e pelas manifestações populares, compreendendo o movimento como linguagem, memória e possibilidade de invenção de outros modos de coabitar o mundo.

Carnaval & Rua
Minha atuação no Carnaval nasce do corpo em movimento, da rua como território de criação e da cultura popular como lugar de memória, pertencimento e disputa de narrativas. Entre o Carnaval de Rua e a Marquês de Sapucaí, construo uma trajetória atravessada pela dança, pela performance e pela experiência coletiva, atuando em diferentes frentes e reconhecendo no Carnaval uma linguagem artística viva, capaz de reunir ancestralidade, presença, celebração e resistência. Na avenida, no bloco ou no encontro com o público, meu corpo não apenas executa uma coreografia: ele carrega histórias, produz presença e participa da construção de uma cultura que se reinventa a cada carnaval. Atuação artística no Carnaval de Rua e na Avenida da Marquês de Sapucaí: • Bloco Amigos da Onça (desde 2018): Criado em 2012, o Bloco Amigos da Onça acontece um dos cortejos de rua mais irreverentes e performáticos do carnaval do Rio de Janeiro. O bloco ocupa o espaço público transformando as ruas em uma verdadeira selva urbana, suas marcas registradas são as performances animalescas, as coreografias intensas e as pernas de pau, transformando o cortejo em um verdadeiro espetáculo de teatro de rua. @blocoamigosdaonca • Malungüêtú (desde 2018): é um bloco de carnaval de rua, coletivo artístico e quilombo cultural fundado no Rio de Janeiro em 2018. Organizado por e para pessoas negras, o projeto nasceu do desejo ocupar as ruas com corporeidades negras através da folia, utilizando o carnaval como ferramenta de celebração da ancestralidade, cura coletiva e intervenção política. @malunguetu • Tambores de Olokun (desde 2019 dançarona e porta estandarte): é um grupo percussivo e de dança do Rio de Janeiro fundado em 2012, inspirado no maracatu de baque virado de Pernambuco e na linguagem do Candomblé, direção da percussiva Alexandre Garnizé e direção de movimento Juliana Sotero. @tamboresdeolokun • Atuação em Comissões de Frente: G.R.E.S Acadêmicos da Rocinha (2014) e G.R.E.S.E. Império da Tijuca (2015). • Atuação com dança em carros alegóricos: G.R.E.S Imperatriz Leopoldinense (2011), G.R.E.S. Unidos de Vila Isabel (2012) e G.R.E.S Acadêmicos do Salgueiro (2014).

Arte Educadora
Com nove anos de experiência na educação formal, atuo na Educação Básica, Técnica e Tecnológica, desenvolvendo práticas pedagógicas que articulam arte, dança, cultura e formação crítica. Minha trajetória inclui experiências em instituições públicas e projetos educacionais, entre elas a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, por meio do Prêmio Ações Locais (2016); a Prefeitura Municipal de Magé (2018); a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio – Fundação Oswaldo Cruz (EPSJV/Fiocruz) (2018 - atual); a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC) 2021; a Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ) 2024; o Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/RJ) 2023 - 2025; e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), campus Niterói (2025 - atual). Atuação em outros espaços de educação no ensino não formal da dança: SESC São Gonçalo (2016) e Vila Olímpica Felinto Epitácio Maia (Vila Omímpica do Salgueiro) 2017.

Trabalhos Autorais
• IYAMESAN (2023-2025): é um espetáculo de dança, poesia e música que celebra a força e a resistência das mulheres negras, inspirado no itã iorubá que narra a divisão de Iansã em nove partes, dialogando com as nove mulhereres negras em cena contando histórias de dança; Direção de Luna Leal e Tais Almeida. • CRUZADAS (2016): O trabalho nasceu como Trabalho de Conclusão de Curso do Bacharelado em Dança da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2016, intitulado "Cruzadas: O desvelar de um encontro em dança e vida", com orientação acadêmica de Lígia Tourinho e Maria Inês Galvão. É uma obra de dança contemporânea concebida, coreografada e interpretada por Jéssica Lima e Dandara Ventapane. A produção investiga a profunda conexão entre a dança e a vida, transformando o movimento em um veículo para desvelar os encontros estéticos e das vivências das corporalidades negras das artistas. • TIJANAUÊ (2014): espetáculo de dança e teatro - tratava do gesto ordinário uma possibilidade de daa - realizado em 2014 por estudantes do curso de bacharelado em dança da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com direção da professora Maria Inês Galvão.